As pessoas andam vacinadas
quando o assunto é política. E é compreensível.
Pois o vacilo de muitos que
deveriam dar volume à voz do povo é o principal responsável por este vazio
de valores. Eis um assunto que não conta
mais com a vibração da maioria.
A vivacidade,
neste caso, voou para bem longe. Mas,
como chegamos a esse ponto?
Vagarosamente,
ao longo de muitos anos, verificou-se
que a voracidade de alguns
em entrar para a vida pública, tinha a
ver muito mais com vaidade pessoal, angariar vantagens
para si e para os seus, valer-se
de algumas regalias, vincular-se
de forma definitiva há algum projeto de poder e muito menos com vocação, vontade política de dar vez
à coletividade, liderar a partir de verdades e valores éticos e morais, visando
o bem comum.
Via de regra, verifica-se
que a esperança de muitos logo desaparece como um vapor, porque ainda hoje, tal realidade persiste no cenário político
do nosso Brasil varonil. É possível
assistir de forma vultosa, guardando
algumas virtuosas exceções,
as mesmas verborragias, os
mesmos vícios, o mesmo vai e vem
de muitos vira-casacas, que
partem do pressuposto que todos
estão à venda. Esses tais violentam
nossos sonhos e abusam da nossa boa vontade.
Todavia, lançar todos os políticos, ou ainda aqueles que
se propõem a fazer política, numa vala
comum é igualmente danoso e muito injusto, por sinal. Seria assumir que o mal vence sempre. E isso é de uma monstruosidade visceral. Generalizações não ajudam em nada e quase sempre violam direitos e o bom senso.
Portanto, é vital
que paremos para pensar veementemente
sobre isso. Velozmente precisamos mudar
nossa atitude em relação ao voto.
Por exemplo, ao invés de simplesmente vaiar os velhacos,
deveríamos aplaudir os valentes,
pois eles existem e estão dispostos a fazer algo para mudar toda essa situação.
Veja que mesmo em meio a todas essas vicissitudes,
ainda assim se apresentam vigorosamente, decididos a enfiar a mão no vespeiro a fim de, em nome da coletividade, resgatar valores,
direitos, virtudes e mudanças.
As pessoas de bem não podem ter vergonha de apresentar seus nomes como candidatas. E nós eleitores
não devemos voltar as costas para
elas.
De forma prática, o que fazer então?
A bem da verdade,
muitos são vítimas do próprio voto. Porque escolhem mal. Votar bem é vital.
Nessa eleição para vereador
e prefeito, considere variar
suas opções. Vote em quem ainda
não teve a vez e a chance de
mostrar a viabilidade de suas
propostas. É possível observar em todo o país que a renovação dos quadros
políticos tem surtido um efeito muito positivo. Isso é fato. Pessoas novas, com
novas ideias têm contribuído sensivelmente para o desenvolvimento de cidades,
estados e consequentemente da nação. Abra seus olhos para isso.
Vasculhe a
vida de quem se propõe a ocupar um cargo
público. Não ouça apenas o barulho da voz
do discurso, mas principalmente verifique
se suas propostas são viáveis
ou vagas. Geralmente quem não sabe o que vai fazer, acaba fazendo o que não sabe.
Acima de tudo, veja
se o candidato possui também uma visão
verticalizada da vida, isto é, se ele é guiado por valores maiores do que ele mesmo. Isto é, o coletivo, a comunidade,
a sociedade e principalmente Deus. Pois quem não vive para além de si mesmo, não vive para valer a pena.
Quase tudo com “v”, inclusive você e vitória. Então faça a
sua escolha e vença junto com ela. Em
ARTEMIO você PODE CONFIAR.
Pastor José Júnior - PIB Cuiabá
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